No dia do meu aniversário, com a minha mãe, os meus irmãos, as minhas primas e as minhas melhores amigas. 23/01/2008
Em frente de casa, no dia de festa.
No dia do meu aniversário, com a minha mãe, os meus irmãos, as minhas primas e as minhas melhores amigas. 21/01/2008
As minhas decisões
Se viessem e me dessem a escolher...
05/01/2008
Friiio...
Estou no Fundão mais uma vez e hoje está muito friiiiio!01/01/2008
Trastes para a rua.
29/12/2007
O madeiro
No Fundão, alguns dias antes do Natal, um tractor levava grossos troncos de árvore e outra lenha mais miúda, para o largo da Igreja, onde montava uma grande pirâmide em frente da porta principal.Depois, na noite de Natal, acendiam o "madeiro".
28/12/2007
Quebrou-se o encanto
Seria desta idade, ou um pouco mais velha, quando ficou pronta a casa da quinta e fomos passar lá a noite de Natal. Tinha 10 anos feitos em Junho e frequentava o 1º ano do liceu.09/12/2007
Casaquinho cintado...
02/12/2007
Lua de mel
Esta escapou...A censura da tesoura!
Mesmo de férias e na praia, como única filha, eu tinha de estar sempre vestida e penteada a rigor. Só o boné destoa!25/11/2007
Laranjas da Baía
No jardim da quinta havia uma laranjeira, lá ao fundo, à entrada da garagem dos tractores, que na altura desta foto, já tomava corpo.Enchia-se de flor e tinha 3 camadas de laranjas: verdes pequeninas, médias e já maduras. Tinham muito bom aspecto, tanto em tamanho, como em cor. A laranjeira, no entanto, era brava.
O meu pai desistiu de a domar e deixou-a no seu estado natural, pois com o verde da folhagem, o branco da floração e a cor viva das laranjas, enfeitava o jardim.
Todas as pessoas que iam à quinta, mal olhavam a laranjeira, cobiçavam as laranjas. Muitas vezes colhiam uma disfarçadamente e descascavam-na com pressa, para a comerem sem serem apanhadas.
Ao meterem o primeiro gomo na boca, davam um grito, fraziam o nariz, os olhos e a testa, atiravam-no ao chão com pressa e cuspiam tudo entre arrepios de morte.
Vezes sem conta este episódio se repetiu e outras tantas vezes nos fez rir com vontade, pelo engraçado da situação e pelo bom humor do meu pai, que se divertia com as coisas mais simples.
13/11/2007
Sem limites...
Chegaram os Beatles!
09/11/2007
Frio do Outono, calor do amor
Um dia de sol no fim do Outono.
A pressa da Bagui já se compreende.Kubitchec de Oliveira
Tempos de partilha
29 numa cama
26/09/2007
25/09/2007
carros...
O pai participava e arranjava sempre par para fazer equipa.
A assistência tão murchinha... a criança, o polícia... tudo tem a ver com as provas desportivas em velocidade e as corridas na ponte Vasco da Gama altas horas da manhã, de agora!
22/09/2007
Raízes
para o Fundão gente boa.

Quem nunca tomou café no Cine, leu o jornal na sua esplanada ou apenas conversou com amigos e viu passar as modas?
Não conhecem com quem falam, não a podem tocar, nem ver ou ouvir as suas gargalhadas, na maioria dos casos. O cine proporcionou muito mais que isso toda a sua vida. Encontros, namoros, amizades, cavaqueira apenas. Mas tudo ao vivo e a cores... a fazer bater mais forte o coração!
No Natal, é o madeiro o anfitrião.
As canções ao Menino Jesus estão cada vez mais tímidas, mais esquecidas, mas no frio gélido das noites de Natal, o madeiro regala os olhos e junta os cristãos.
Os sinos são gritos de aviso que se ouvem ao longe. A Igreja é o coração do Fundão, o centro, a mãe.

O jardim e o casino. À direita, a casa dos Maias, hoje belíssima residência de Turismo.
No casino, nos bailes de Setembro, muito dancei...
Acho que o fiz pelo resto da vida, pois nunca mais tive como satisfazer essa minha paixão.
Lá ao fundo, está a Igreja e deste lado, a Câmara
Municipal.
O Parque das Tílias, tão conservador e diplomata- não fosse a propaganda política a estragar a sua harmonia fotogénica-lembra-me a minha mãe a fazer renda, acompanhada das amigas, nas tardes de calor.
Fala-se das doenças, dos médicos, das consultas, dos tratamentos.

17/09/2007
O campismo
No parque de campismo do Fundão, o Paulo e a Maria Eduarda foram visitados pelos meus pais, pela tia Salete e pela amiga Tila.Apesar de estarem no campo, as senhoras não dispensaram os colares e os brincos...
O Paulo brinca com o fotógrafo.
O pai, o Paulo e a tia Salete partiram e esperam por nós do outro lado.
A sua ausência tirou a vontade de fazer campismo aos que ficaram.
Mas a vida continua... e recordar é viver!
O Paulo
O Paulo era o filho mais novo da Mimila.16/09/2007
O Zé
O Zé, o filho mais velho da Mimila, casou com a Rosa Maria, a quem namorava já há muitos anos e foram viver para Mirandela.A Teresa
Aqui, a Mimila com a Teresa, a Rozarinho e uma outra criança, que não conheço o nome. O Zé, O Paulo e a Teresa, os 3 filhos da pessoa mais adorável que existiu à face da Terra- a Mimila.
O Paulo e o Zé já estão com ela.
A Teresa continua a acarinhar a filhota, já adulta.
Como deve sentir saudade da mãe!
15/09/2007
A Lena
Se há fotos que me fazem rir, esta é uma delas.A casa da quinta estava em construção e a minha mãe foi até lá com as amigas.
Se fosse agora, dizia que o tinha comprado nos chineses, mas naquele tempo, o único chinês de que há memória no Fundão era um que vendia gravatas... não chapéus!
Angola

As madrinhas de guerra
A escola há 70 anos!
A roupa do domingo, talvez a do exame da 4ª classe, cabelos bem penteados e lá estão elas, escada acima, como era costume...
26/08/2007
Saiotes e folhos
Haverá figurinha mais tristota?Na praia, debaixo do toldo, no calor do mês de Agosto, eu... completamente enfarpelada com saias e bibes de folhos, cabelo penteado, borboleta engomada e...pés descalços.
Como é possível fazerem uma coisa destas a uma criança?
Sentarem-na ao sol, vestidíssima, penteada e pronta, uma vez mais, para ficar horas a olhar para o sol.
Não havia ninguém por lá com sensibilidade para partir a máquina fotográfica?
Que bom ter um fato de banho pequenino, correr na beira do mar, brincar na espuma salgada da rebentação das ondas e fazer castelos na areia, com as formas de conchas e peixes... gozar a natureza em liberdade.
Detalhe...
21/08/2007
O vício...


16/08/2007
15/08/2007
Manel
O bairro de Londres, os cabelos compridos, a barriga ausente e o futuro a adivinhar-se...Vê só que maravilha andares na net com uma cinturinha que mede metade da largura dos ombros...
Os pais

Parte da "Love generation"
O pobrezinho do Kid tem mesmo vida de cachorro!!!O maravilhoso sorriso da Bagui, que deixa envergonhadas as rosas do canteiro,só por si, cura hoje muitos doentes nos cuidados intensivos do Hospital de Stª Maria .
O Kiko, que finalmente deixou lavar o equipamento do Belenenses e que não perde de vista o pequeno animal indefeso, é hoje perito em novas técnicas da comunicação.
O Pedro, não dando descanso ao recém nascido Serra da Estrela, já a dizer mal da vida dele, defende causas em Tribunal. Quem sai aos seus...
A Rita, com um dom especial para o design, chega até nós constantemente através do pequeno ecran, dos outdors e das publicações onde brilham os seus trabalhos publicitários, além de cuidar da sua família com tanta dedicação como aqui dos seus irmão e primos.
Há mais... felizmente.
Falta a Bebé e o Bernardo.
É mesmo a "Love generation"
14/08/2007
O amuo
Em frente à capoeira das galinhas encontraram finalmente o lugar ideal para fazerem o registo fotográfico!!! Veículos... e laços.
Tanto que eu gostava de ver a rua atrás...Não consigo entender porque tinham que anular o cenário natural em cada fotografia que nos tiravam. Desta vez com um casaco comprido...
Tinham ideias persistentes. Fazer o registo para a posteridade em cima de um veículo (motorizado ou quase), era uma delas.
Quase caio da "bruta máquina", que ameaça tombar para a esquerda, mas mantenho a pose. Começava a habituar-me, a tomar-lhe o jeito.
Ainda se podia conduzir sem capacete e sem carta de condução, mas o mais difícil era fazê-lo sem chegar com os pés aos pedais.
Agora compreendo porque ainda não gosto de ser fotografada!
13/08/2007
Como o luar...
Esta foto é para a "Julieta" dos olhos cor do céu e dos cabelos de ouro...
Já então era "moço bonito" de morrer!
Anafadinho, como se tivesse sido picado pelas abelhas. As mãos, as bochechinhas...
Inchados, os dois, pai e filho, de um amor tão belo como o luar, tão quente como o sol, tão forte como o vento, tão profundo como o mar, tão generoso como o sonhar, tão livre como o pensamento e tão constante como o tempo.
Os amigos

A alegria
As latadas cheias de uvas maduras que seriam vindimadas em Setembro, no fim do Verão, faziam sombra para as correrias em bicicleta, as passeatas em que as crianças trocavam os novelos feitos de fios dourados da sua imaginação.As atenções, os mimos, os doces e os bolinhos eram uma constante na mesa fazendo companhia ao leite e ao pão com manteiga.
Ao banho!
O tanque da roupa era uma tentação!Acabado de encher com água da nascente, era irresistível de tão transparente, mas... gelada.
Os "pirolitos" não continham cloro.
A barriga encolhia-se com o frio e os dedos ficavam encarquilhados e roxos.
Mas até isso fazia parte.
A respiração continha-se e os risos só se soltavam depois, quando recompostos do choque.
Como o sol era quente, bastava subir as escadas a saltitar (por causa das areias mais grossas que se espetavam nos pés) e ao chegar à varanda, já se estava em forma outra vez.
Que imagem tínhamos da vida das cidades!
Eu adorava ver Lisboa à noite, com toda a iluminação colorida dos cinemas e prédios de grandes empresas.
As lojas com fatiotas ousadas, os restaurantes cheios, as pastelarias com pessoas em pé, pareciam sempre numa festa.
A nossa infância vinha-me então à memória como um período maravilhoso, que nos dera uma estrutura tão forte, como as montanhas que observavam quietas o nosso crescimento.
09/08/2007
As colegas
As minhas colegas de escola... A Ana Maria, a São,a Elvira, a Tereza, a Mizé, a Isabel Rosa e outras.A infância
Os cães, as galinhas, os coelhos e os gatos. A água, a terra, as pedras, as árvores e o céu.
O espaço... a liberdade.
Já tinha sido para mim e para os meus irmãos. Era para os meus filhos e para os meus sobrinhos da mesma forma.
No ribeiro ao fundo da latada, fazíamos regatas com cascas de nozes e pedacinhos de cana.
A nogueira e a nespereira, no meio do jardim, eram os nossos castelos e os monte da areia que sobrara de uma obra, tomava um sem fim de formas, que alimentava a nossa imaginação.
Os arbustos que a minha mãe mandava podar com feitios elaborados, eram os esconderijos para os cowboys, que se alvejavam de surpresa com pistolas de pau.
Agora, tudo se repetia.
23/07/2007
Em Maio
Cerejeiras em flor.Quando a neve e a geada se despedem, rebentam as folhas novas, bordando a matiz as encostas da Serra.
Depois, com os primeiros raios de Sol a aquecer o ar, as cerejeiras florescem e enfeitam a grande sala que é a Cova da Beira, com magotes de pequenas pétalas rendadas, alvas e rosadas, numa festa para a vista e para o coração.
Mais algum tempo e transformadas em tapete macio, dão lugar ao vermelho vivo das cerejas, vergando com o seu peso os ramos mais frágeis, enchendo de cor o horizonte e anunciando a proximidade do Verão.
Quem somos...
22/07/2007
Fangio e...companhia.
O Manelito aprendeu a conduzir muito cedo. começou por ter um carrinho de pedais, depois um triciclo, depressa teve uma bicicleta e ainda não chegava aos pedais, já conduzia o carro. 















